
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Elite Gouveense???

sábado, 14 de fevereiro de 2009
ARTIGO DEMOLIDOR
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.
Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso... Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas…
Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o
vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao Padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu…
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade…
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa…
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
Despedidas...
Saturday night
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Shopping Center
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Centro de Saúde de Gouveia

Ena, esta que me contaram é demais.
Um Sr. que não é cá da terra, sentiu-se mal, e foi com um Sr. que é cá da terra ao Centro de Saúde de Gouveia. Por falta de sorte a Sra. Enfermeira que o atendeu tinha uma qualquer desavença com o Sr. que é cá da terra e vai de lavar ali uma roupa suja na hora do atendimento do outro que estava a abafar.
A coisa vai parar ao Livro Amarelo e… e nada!
A Sra Directora do Centro de Saúde de Gouveia responde por carta ao queixoso, dizendo que ele é que se meteu com a Enfermeira, e que o culpado é ele. Claro, são colegas de trabalho não a ia agora chatear, coitada…
Nisto o queixoso volta a reiterar a queixa por escrito, pedindo à Sra Directora que se justificasse pela resposta tendenciosa e injusta e até à data… nada.
Dois meses depois… nada.
Onde está a lei?
Respeito pelo utente?
O direito a reclamar?
Certamente que lá anda a Directora e o rol de amigos sentados os dois à esquina a tocar a concertina e a dançar o solidó.
Ai do queixoso que fique doente e tenha que lá ir que até o lá comem vivo!
E o tal Sr. de fora que vá lá ficar doente para a terra dele que aqui ainda o desmancham para peças.
Quando precisarem do 112 ... MUITO ÚTIL!
sua garagem, em Lisboa, a roubar. Ligou para o 112, atendeu a polícia,
mas disseram que não havia ninguém por perto para ajudar e que
mandariam alguém assim que possível. Desligou.
Uns minutos depois, ligou novamente e disse: 'Olá, eu liguei há
bocado porque estavam pessoas a assaltar a minha garagem. Já não é
preciso virem depressa, porque eu matei-os'.
Passado pouco tempo, estavam meia dúzia de carros da polícia na
área, uma ambulância e uma unidade do INEM. Os ladrões foram apanhados
em flagrante.
Um dos polícias disse:
- 'Pensei que tivesse dito que os tinha morto!'
Ao que o senhor respondeu:
- 'Pensei que tinham dito que não havia ninguém disponível.'
É assim. Quando precisarem, já sabem....
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O tango e o folclore tradicional
Não será isto uma boa dica para dar às bandas filarmónicas e aos ranchos folclóricos e até aos fadistas?
Só assim se conservam tradições, com conservadorismo adaptado aos novos interesses.
"Percanta" de Otros Aires.
Nota 20!
O seu a seu dono!

O que se pretende, afinal, é que nesta terra aparentemente amorfa de opinião construtiva, se incentive a participação civica, a discussão e a troca de argumentos que possa ser útil pelo menos a quem é responsavel pela condução do nosso destino colectivo. É bom para todos!
O que é pena é que fica a sensação que pelo menos uma das novas criações pretende ser uma espécie de contra-veneno para combater a tese - já expressamente anunciada -de que este nosso fórum se apresenta, aqui e ali, servilista e bajuladora da actual gestão autárquica.
Tanto merece censura quem peca por excesso como quem peca por defeito no seu autismo retaliador e contestatário. No equilibrio está a virtude e é esta que procuramos alcançar.
É bom que todos saibam que começámos a escrever sobre 'Rotundas' - não só as de Gouveia - e que já 'postámos e postaremos' muitos outros pensamentos que nada têm que ver com os Paços do Concelho e com quem ocupa as suas cadeiras.
Mas não negamos que não podemos ser gratuitamente criticos por 'dá cá aquela palha', nem deitar abaixo o que pensamos ter sido executado com mais êxito, com mais estratégia e com indiscutivel mais retorno que no passado.
Não é nem nunca foi nosso propósito eclipsarmo-nos lá para Outubro, logo que já não haja propaganda politico-partidária para fazer, o que pode acontecer a quem só nasceu para tentar exterminar quem já por cá andava a tornar publicas as suas posições.
Está claro que tudo é possivel e ninguém pode no seu juizo perfeito auscultar o futuro de forma profética e segura.
O que asseguramos é que prosseguiremos o nosso caminho. Aproveitaremos sempre para publicar umas notas sobre o que por cá se vai fazendo, até porque acreditamos que as iniciativas denvolvidas - com óbvios e democráticos desacordos - só podem ajudar e projectar Gouveia se primeiro contarem com o envolvimento do maior número possivel de Gouveenses, designadamente daqueles que foram eleitos para os Orgãos da Autarquia.
A 'talhe de foice', não vimos os vereadores da oposição nas recentes comemorações da elevação de Gouveia a cidade, onde não só perderam a oportunidade de homenagear ilustres personagens da nossa história - a CDU lá estava, com sentido de responsabilidade e gratidão - como deixaram a ideia de que não têm orgulho nem interesse nesta importante promoção...
O triste caldo de cultura politica desta terra é, quase sempre, o divisionismo, a fractura e a recorrente ausência daqueles que em nome da nossa bandeira (que é diferente da dos partidos que cada um representa) deviam estar obrigados a dar as mãos em momentos e em estratégias decisivas para o Concelho.
Nós (tam)bem queriamos que fosse assim. Não é impossivel, mesmo sem os unanimismos quase sempre desaconselháveis..
A GSM-ó-dependencia

Que flagelo que assolou a nossa sociedade! O Telemóvel. Pior, as SMS!
Toda a gente tem. Um dois ou três. Que vicio! Pior que o tabaco.
É adultos e pequenos putos de 9 anos na escola e na rua.
É malta a andar nos passeios a pé a teclar 300 caracteres por minuto e nem olham por onde vão, indo contra os postes e quem passa.
“- É pá viste aquele acidente ali?”
“Não, estava a mandar-te um SMS para ver se sabias que barulho era aquele…”
“Que mau que isto anda, não há rede aqui, maldita terra esta, terceiro mundo.”
O namorado não diz a ela porque tem vergonha e está ali ao lado, mas fá-lo por SMS. Ela não responde que não tem saldo e ele deixa-a. E tudo por SMS.
E os putos, o que manda eles uns para os outros?
“Olá, tas boa? Já deste comer ao Tamagotchi?”
Que cena má.
E na escola? Tá tudo a teclar. Até o professor.
Eu fui beber um copo ao Bá-Lamba em Gouveia com 2 manos e um amigo deles e lá estava o tipo a tentar fingir que nos ouvia e teclava e teclava e lia e teclava e fingia.
E os estagiários que teclam convictos que já é normal?
É isso que está a acontecer. As pessoas já o acham normal. NÃO É NADA NORMAL!
Ninguém se impõe?
É já uma manif.

